Já reparou que as pessoas não postam coisas simples do seu cotidiano, como o “pirão” de todo dia, sabe por quê? Porque vivemos a cultura ocidental onde é mais importante ter, do que ser.
Com a era tecnológica, apregoa-se a necessidade de possuir a maior quantidade possível de recursos materiais, tendo desde o essencial até ao supérfluo, sem se importar com a utilidade de tais aquisições, pois o importante é consumir e consumir, as pessoas compram o que não precisam, com o dinheiro que não tem, para mostrar para aqueles que não gostam aquilo que não é.
E para isso há todo um esforço físico e mental… em função do consumismo, há pessoas que atropelam tudo e todos para concretizar o seu sonho de ter coisas.
Esquecem-se de que, não obstante a fugacidade da vida, o que vem em primeiro lugar é SER, em seguida FAZER, para depois vir a TER.
Ter implica em possuir coisas, bens, e quanto a ser? Saiba que ter resulta em algo circunstancial, efêmero e fugaz, mas ser indica um estado, uma estabilidade, algo permanente.
Deseje as duas condições para si mesmo, mas dê prioridade ao que fundamenta a ordem das coisas: é preciso ser para ter.