{"id":12437,"date":"2021-09-21T01:08:47","date_gmt":"2021-09-21T01:08:47","guid":{"rendered":"https:\/\/memoriasdeumadvogado.com\/?p=12437"},"modified":"2024-01-21T18:51:05","modified_gmt":"2024-01-21T18:51:05","slug":"dasen-ou-ser-ai","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/memoriasdeumadvogado.com\/?p=12437","title":{"rendered":"Dasen ou &#8220;ser ai &#8220;"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-13109\" src=\"https:\/\/memoriasdeumadvogado.com\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/download.png\" alt=\"\" width=\"666\" height=\"558\" \/><\/p>\n<pre style=\"text-align: justify;\">Focus group, da artista chino americana Diana Ong. 2000. A multid\u00e3o sempre lembra a massa informe:as mesmas roupas, a mesma pressa. As mesmas ideias nesses rostos sem identidade.<\/pre>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0<strong> A rotineira identidade funcional<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Bom dia.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Bom dia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi um bom dia assim, meio arrastado. Pelo menos n\u00e3o havia sido ignorado como das outras vezes. Disse um bom dia assim, meio incisivo. Porque seus cumprimentos haviam sido ignorados por ela durante a primeira semana na empresa. Dessa vez n\u00e3o. Ela respondeu. Respondeu, sim, apesar de ter sido uma forma meio arrastada e sem tirar os olhos do computador de responder.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A recepcionista havia se tornado sua maior obsess\u00e3o da \u00faltima semana. Tinha essas pequenas obsess\u00f5es desnecess\u00e1rias e rotativas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Chegou a esquecer o pr\u00f3prio crach\u00e1 de identifica\u00e7\u00e3o para que precisasse conversar com ela. Parou em frente ao balc\u00e3o, esperou que virasse. Sem virar, ela perguntou O que seria pra ti?<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Esqueci meu crach\u00e1<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Qual o n\u00famero da tua identidade funcional?<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Onde tem isso?<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">No crach\u00e1<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Ah, ent\u00e3o. Esqueci o crach\u00e1. N\u00e3o tem como ver isso a\u00ed?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ela aperta alt e tab e sai da tela parcialmente azul do facebook para um sistema cinza com aspecto antiquado. Ele pensa que poderia ter visto o nome, assim descobriria mais sobre a recepcionista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fica, por alguns minutos, pensando em como percebe muitas coisas s\u00f3 depois que param de acontecer. Lembra como s\u00f3 percebeu o barulho do maquin\u00e1rio constante na empresa quando ficou um dia ap\u00f3s o expediente e ouviu os barulhos cessando, um a um, at\u00e9 o sil\u00eancio mon\u00f3tono e perturbador ser estabelecido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Qual \u00e9 teu nome?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 Ricardo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ricardo tem uns cem. Preciso do teu \u00faltimo nome tamb\u00e9m.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele diz o \u00faltimo nome e fica pensando em como ela deve ser infeliz de estar ali. Talvez devesse perguntar, puxar um papo a respeito. Ele mesmo j\u00e1 havia sido muito infeliz em muitos empregos. Por muito tempo amaldi\u00e7oou as salas tomadas de computadores e o esquema prussiano de trabalho. Por muito tempo leu sobre o esquema prussiano de trabalho. Depois aceitou, parou de ler. Depois ficou tudo bem. Talvez por isso tenha virado um man\u00edaco das obsess\u00f5es c\u00edclicas e desnecess\u00e1rias. Por isso estava ali, buscando algo de diferente.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/encrypted-tbn0.gstatic.com\/images?q=tbn:ANd9GcSF8kmhFAHG6S81AT6PBfFIrjR76EzdYIhec8Se-kOakuC8p2-y7GM3JYyzclcSI6bn6q4&amp;usqp=CAU\" alt=\"Focus group, 2007, Diana Ong (b.1940\/Chinese-American) Computer Graphics Stock Photo 456-1863 : Superstock\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Senhor, tem tr\u00eas Ricardo Souza no sistema.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o tem como identificar pelo setor?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">At\u00e9 tem, mas o sistema travou porque dei dois cliques aqui.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">T\u00e1. Tudo bem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ela balbucia alguma coisa que ele n\u00e3o entende. Mas n\u00e3o pergunta nada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Destravou?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nada ainda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tem alguma outra forma de eu acessar a empresa sem o crach\u00e1?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00f3 com autoriza\u00e7\u00e3o expressa da chefia ou se tu lembrar teu ID funcional, a\u00ed eu preencho a m\u00e3o um crach\u00e1 provis\u00f3rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tu \u00e9 infeliz aqui?<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 300; text-align: justify;\">A\u00ed ela tira os olhos do computador pela primeira vez. Antes de arrastar os olhos at\u00e9 o canto da tela e desvi\u00e1-los do computador para analisar sua cara, ela franze todo o cenho. Assustada com a pergunta intimista, solta um Que?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nada n\u00e3o, ele diz, colocando a m\u00e3o no bolso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O sistema, t\u00e1 rodando de novo. Qual setor tu trabalha?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Opa, olha s\u00f3 quem t\u00e1 aqui! Tava no bolso e eu achando que tinha esquecido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Passa o crach\u00e1 na catraca de entrada e n\u00e3o olha pra tr\u00e1s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No dia seguinte, cruza a recep\u00e7\u00e3o de cabe\u00e7a baixa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bom dia, diz a voz de tr\u00e1s do balc\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um bom dia assim, meio esperan\u00e7oso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Source:https:\/\/homoliteratus.com\/<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-13110\" src=\"https:\/\/memoriasdeumadvogado.com\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/download-1.png\" alt=\"\" width=\"788\" height=\"529\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div>\n<div data-hveid=\"CBQQAA\" data-ved=\"2ahUKEwi36eyt1I3zAhVuFrkGHaKCCtIQFSgAegQIFBAA\">\n<div><span style=\"font-weight: 300;\">\u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 300; text-align: justify;\">Dasein ou ser-a\u00ed Heidegger Martin Heidegger (1889-1976) foi um fil\u00f3sofo alem\u00e3o que tratou sobre a exist\u00eancia humana, a quest\u00e3o do ser, a linguagem, a fenomenologia e a experi\u00eancia de mundo. Ele fez uma leitura cr\u00edtica da modernidade, contrapondo tanto os idealistas quanto os positivistas.<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 300;\">Em sua filosofia, ele retoma a quest\u00e3o do ser, questionando o sentido do ser, desenvolvendo uma ontologia, ou seja, o estudo do ser enquanto ser. Ele criticou o positivismo, que entende que a verdade s\u00f3 pode ser alcan\u00e7ada por meio da experi\u00eancia objetiva, por instrumentos de medida; e criticou o idealismo, que busca a verdade em algo que est\u00e1 al\u00e9m de nossa percep\u00e7\u00e3o mundana.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao inv\u00e9s descrever o &#8216;ser&#8217; por meio de conceitos abstratos ou por meio de medi\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, Heidegger buscou compreender o ser partindo do ser existente no mundo. Com isso, contrap\u00f4s os valores da filosofia tradicional, desenvolvendo uma linguagem pr\u00f3pria, gerando novas compreens\u00f5es e estabelecendo novos significados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Heidegger fez uma distin\u00e7\u00e3o entre os termos &#8220;ser&#8221; e &#8220;ente&#8221;. Para ele, o &#8220;ser&#8221; se refere ao fundamento da exist\u00eancia e dos modos de existir; e o &#8220;ente&#8221; corresponde \u00e0 exist\u00eancia concreta, ou, a realidade humana, enquanto presen\u00e7a no mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para que possamos compreender o &#8220;ser&#8221;, precisamos estudar o &#8220;ente&#8221;, pois \u00e9 este que manifesta concretamente as quest\u00f5es do &#8220;ser&#8221;. Desde a Gr\u00e9cia Antiga, o &#8220;ser&#8221; era entendido como coisa, essencial, atemporal, eterno e imut\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diferente dessa tradi\u00e7\u00e3o, Heidegger prop\u00f5e uma nova indaga\u00e7\u00e3o sobre o &#8220;ser&#8221; partindo da exist\u00eancia concreta, entendendo este como um participante do mundo, envolvido com o mundo e com as coisas do mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um conceito muito utilizado na filosofia de Heidegger \u00e9 o &#8220;Dasein&#8221;, que costuma ser traduzido por &#8220;ser-a\u00ed&#8221;, correspondendo ao ser existente, que est\u00e1 a\u00ed concretamente no mundo e nas situa\u00e7\u00f5es humanas, que se envolve na vida cotidiana e pr\u00e1tica; ao contr\u00e1rio da concep\u00e7\u00e3o de um ser meramente abstrato ou te\u00f3rico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As antigas concep\u00e7\u00f5es de um ser abstrato ou te\u00f3rico n\u00e3o consideram a rela\u00e7\u00e3o do existente com o mundo, mas o entendem como algo separado, independente do mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 o &#8220;ser-a\u00ed&#8221;, n\u00e3o \u00e9 uma consci\u00eancia separada do mundo, mas um ser que se percebe num mundo que ele pr\u00f3prio n\u00e3o criou, mas onde se encontra inserido. Al\u00e9m da heran\u00e7a biol\u00f3gica, cada pessoa recebe tamb\u00e9m toda uma heran\u00e7a cultural, que corresponde ao tempo e local onde nasceu e vive.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este ser, que corresponde ao ser existente, est\u00e1 e se transforma no (e com o) mundo, sendo ent\u00e3o um constante vir-a-ser.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dasein \u00e9 um ser de possibilidades, que se faz no mundo, enquanto \u00e9 tamb\u00e9m feito pelo mundo, numa rela\u00e7\u00e3o dial\u00e9tica. Deste modo, cada pessoa est\u00e1 condenada ao mundo, pois n\u00e3o h\u00e1 como se separar dele. N\u00e3o h\u00e1 como n\u00e3o &#8220;ser-no-mundo&#8221;, pois toda pessoa se faz no (e com o) mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Heidegger sugere que o Dasein \u00e9 o ente particular, ou entidade, que deve ser investigado a fim de compreendermos o ser. Isso, porque o Dasein \u00e9 o \u00fanico ente que pode levantar a quest\u00e3o acerca de seu pr\u00f3prio ser, que est\u00e1 envolvido com seu pr\u00f3prio ser, e, de um modo um pouco sin\u00f4nimo, para quem sua pr\u00f3pria exist\u00eancia est\u00e1 em quest\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(Jack Reynolds, Existencialismo, 2012) O Dasein pode ser tamb\u00e9m descrito como &#8220;ser-no-mundo&#8221;, entendendo que o mundo \u00e9 tudo o que comp\u00f5e a vida: objetos, pessoas, ideias, valores, hist\u00f3rias, fantasias, enfim, tudo o que est\u00e1 no mundo em que vivemos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ser-no-mundo est\u00e1 sempre num mundo espec\u00edfico, envolvido no que faz parte de seu mundo, onde h\u00e1 tamb\u00e9m elementos que n\u00e3o fazem parte e que podem, em outro momento, fazer. E o mundo s\u00f3 existe se houver um ser para perceber ou imaginar, inclusive todas as outras coisas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, n\u00e3o existe para o ser o que n\u00e3o foi percebido, o que n\u00e3o foi desvelado ou o que n\u00e3o imaginamos, por isso que a exist\u00eancia envolve possibilidades dentro de certas condi\u00e7\u00f5es. Ao inv\u00e9s de buscar ler a consci\u00eancia, Heidegger prop\u00f5e compreender o Dasein, o ser-a\u00ed.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Dasein \u00e9 o ente que compreende o ser, o que significa compreend\u00ea-lo em sua exist\u00eancia e entender a exist\u00eancia como possibilidade sua, de ser ou de n\u00e3o ser si mesmo.&#8221; (Benedito Nunes, Heidegger &amp; Ser e Tempo, 2004)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dasein n\u00e3o somente habita um espa\u00e7o, como o espacializa, agindo e se fazendo no mundo da pr\u00e1tica, sempre ocupado com a\u00e7\u00f5es e atividades, de modo que est\u00e1 sempre envolvido com outras pessoas, cuidando de si e dos outros, seja de maneira positiva, negativa ou indiferente, se projetando sempre para fora de si mesmo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por Bruno Carrasco.<\/p>\n<p>Source:\u00a0https:\/\/www.ex-isto.com\/2018\/06\/dasein-ser-ai.html<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-13111\" src=\"https:\/\/memoriasdeumadvogado.com\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/download-2.png\" alt=\"\" width=\"588\" height=\"479\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-13112\" src=\"https:\/\/memoriasdeumadvogado.com\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/download-3.png\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"335\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-13113\" src=\"https:\/\/memoriasdeumadvogado.com\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/download-4.png\" alt=\"\" width=\"699\" height=\"487\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-13114\" src=\"https:\/\/memoriasdeumadvogado.com\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/download-5.png\" alt=\"\" width=\"594\" height=\"278\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-13115\" src=\"https:\/\/memoriasdeumadvogado.com\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/download-6.png\" alt=\"\" width=\"590\" height=\"432\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-13116\" src=\"https:\/\/memoriasdeumadvogado.com\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/download-7.png\" alt=\"\" width=\"599\" height=\"435\" \/><\/p>\n<p><strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-13117\" src=\"https:\/\/memoriasdeumadvogado.com\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/download-8.png\" alt=\"\" width=\"597\" height=\"596\" \/><\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" style=\"font-weight: 300;\" title=\"YouTube video player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Dc3YAINjlyE\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<pre>Lembre-se&#x2660; \u00c9 de nossa responsabilidade: cuidar de nossa sa\u00fade, do equil\u00edbrio f\u00edsico, do bem estar org\u00e2nico, mental e espiritual.<\/pre>\n<p><span style=\"font-weight: 300;\">Resolu\u00e7\u00e3o atua<span style=\"color: #0000ff;\">l&#x2663;<\/span> Disciplina, foco e const\u00e2ncia para todos os setores da minha vida.<\/span><\/p>\n<p>Gosto de gente <span style=\"color: #00ccff;\">&#x2663;<\/span> Extravagante, fora de ordem, mas cheia de conte\u00fado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Focus group, da artista chino americana Diana Ong. 2000. A multid\u00e3o sempre lembra a massa informe:as mesmas roupas, a mesma pressa. 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