“O pensamento cria, a vontade edifica”. Léon Denis
Etimológicamente, pensar significa avaliar o peso de alguma coisa. Em sentido amplo, podemos dizer que o pensamento tem como missão tornar-se avaliador da realidade.
A palavra pensamento e pensar origina-se do verbo latino pendere, que significa ficar em suspenso, estar pendente, pendurado. Quando o ser humano sai de si mesmo sem sair do seu interior, exerce uma atividade de pensar.
| “A essência do homem é pensar“. (Por isso dizia): “Sou uma coisa que pensa, isto é, que duvida, que afirma, que ignora muitas, que ama, que odeia, que quer e não quer, que também imagina e que sente“. (Logo quem pensa é consciente de sua existência) “penso, logo existo. “Existem diferentes tipos de pensamento. Por exemplo, pode-se mencionar o pensamento dedutivo (que vai do geral a particular), o pensamento indutivo (vai do particular ao geral), o pensamento analítico (consiste na separação do todo em partes que são identificadas ou categorizadas), o pensamento sistêmico (uma visão complexa de múltiplos elementos com as suas diversas inter-relações) e o pensamento crítico (avalia o conhecimento). |
Sobre a consciência do ponto de vista da Teoria do Conhecimento Chauí diz:
Na planta, a inteligência dormita, no animal, sonha; só no homem acorda. Léon Denis
Zonas do Cérebro
Subconsciente
Substrato do psiquismo onde se localizam os arquivos de todas as experiencias realizadas em outras existências e as potencialidades totais do ser.
Consciente
Substrato do psiquismo onde se encontram tanto as conquistas das experiências cuja as energias se derramaram do subconsciente para a superficial, como as das ações do nosso cotidiano.
Superconsciente
Substrato do psiquismo contendo as percepções mais avançadas advindas da Consciência Divina e que farão parte do quotidiano, em milênios futuros.
No sistema nervoso, temos o cérebro inicial, repositórios dos movimentos instintivos e sede das atividades subconscientes, figuremos-lo como sendo o porão da individualidade, onde arquivamos todas as experiencias e registramos os menores fatos da vida.
Na região do córtex motor, zona intermediaria entre os lobos frontais e os nervos, temos o cérebro desenvolvido, consubstanciando as energias motoras de que se serve a nossa mente para as manifestações.
Não podemos dizer que possuímos três cérebros simultaneamente. Temos apenas um que , porém, se divide em três regiões distintas.
É como se fosse um castelo de três andares: no primeiro situamos a residência de nossos impulsos automáticos, simbolizando o sumário vivo dos serviços realizados, no segundo localizamos o domicilio das conquistas atuais, onde se erguem e se consolidam as qualidades nobres que estamos edificando, no terceiro, temos a casa das noções superiores indicando as eminências que nos cumpre atingir.
Num deles moram o hábito e o automatismo, no outro residem o esforço e vontade, e no último demoram o ideal e a meta superior a ser alcançada.
Distribuímos, deste modo, nos três andares, o subconsciente. Como vemos, possuímos, em nós mesmo , o passado, o presente e o futuro.
Obs: Informações baseadas na Obra de André Luiz no Mundo Maior.

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